Máquina subdimensionada trava o crescimento; superdimensionada, consome capital à toa. Este é o roteiro que a equipe técnica usa no estudo de capacidade para acertar o equipamento de primeira.
1. Comece pelo volume diário
Estime quantos quilos de gelo por dia a operação precisa no pico — não na média. As linhas cobrem toda a faixa: gelo saborizado/cubo até 1.500 kg/dia (ICEGS), autoatendimento até 600 kg/dia (Ice Auto Service), gelo tubo até 32 toneladas/dia (ICE GT) e gelo escama até 48 toneladas/dia (ICE GE).
2. Escolha o formato pelo uso
Cubo e palito servem bebidas e revenda em embalagens; gelo tubo atende distribuidoras e grandes volumes; gelo escama é o padrão para preservação de alimentos, pescados e hortifrúti. Se a venda é direta ao consumidor no ponto, o autoatendimento resolve sem operador.
3. Considere as condições reais
A capacidade diária pode variar em até 20% conforme a temperatura ambiente, a temperatura da água e a espessura do gelo — e o primeiro ciclo do dia costuma ser mais longo. Por isso o dimensionamento parte do pico com folga, nunca da média anual.
Toda máquina Ice Generation tem a produção real testada em fábrica antes do envio: o desempenho anunciado é o desempenho entregue.
4. Planeje o armazenamento junto
Produção sem estoque vira gargalo. As câmaras frias modulares (versões -5 °C e -18 °C, do mini C150 ao C6000 com até 14,28 m²) chegam pré-montadas e prontas para uso. Para revenda, embaladora e seladora fecham o ciclo do produto.
5. Verifique a infraestrutura
Os equipamentos operam em 220/380 V, 60 Hz, com compressor de baixo consumo e filtro de líquido embutido. A instalação é simples, com painel de controle de fácil manuseio — e a implantação é acompanhada pela fábrica, com suporte técnico direto em todo o Brasil.
Na dúvida entre dois modelos, peça o estudo de capacidade: é gratuito, e evita tanto o gargalo quanto o superdimensionamento.